Accessibility Tools
A Organização dos Estados Americanos (OEA) está com inscrições abertas para bolsas de mestrado e doutorado em 34 países, incluindo o Brasil. O valor da bolsa é de USD 10 mil por ano, e as inscrições vão até 22 de março de 2025. Os cursos podem ser presenciais, virtuais ou mistos, exceto em Ciências Médicas e aprendizagem de idiomas, com preferência para estudos a distância.
A bolsa cobre despesas como passagens, matrícula, livros, ajuda de custo e seguro médico, e pode ser renovada por até dois anos. Na primeira fase da seleção, três candidatos serão escolhidos, e a seleção final será feita pela OEA. Os interessados devem preencher um formulário e enviar documentos para o e-mail "Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo." até 21 de março de 2025.
Os documentos podem ser em qualquer idioma oficial da OEA, sendo recomendado que o formulário seja preenchido no idioma do curso escolhido. O resultado final será divulgado em junho de 2025 no site da OEA.
Inscrições até 22 de março de 2025.
Clique AQUI para mais informações em Português!
Clique AQUI para mais informações em Inglês!
Clique AQUI para mais informações em Espanhol!
Fonte: SRI UFBA
O físico nuclear Aquilino Senra, professor do Departamento de Engenharia Nuclear da UFRJ, manifestou preocupação quanto à insatisfação dos trabalhadores das usinas nucleares de Angra dos Reis. Para ele, a força de trabalho é um componente essencial da cultura de segurança nuclear, e a falta de atenção a essa questão pode representar riscos.
A declaração surge em meio a relatos de vazamento de líquido refrigerante no núcleo do reator de Angra 2, confirmado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). Embora a Eletronuclear negue o incidente, a Cnen está monitorando a situação e afirmou que o vazamento se mantém estável e não compromete os critérios de segurança.
Aquilino Senra destacou a necessidade de maior transparência sobre o volume do vazamento e questionou a falta de selos sobressalentes na usina. Segundo o professor, é crucial que a Cnen não apenas acompanhe o caso de perto, mas também esclareça os protocolos técnicos adotados.
A preocupação com o “clima organizacional” também foi levada ao Gabinete de Segurança Institucional, revelando um cenário de insatisfação entre trabalhadores das usinas de Angra. O Stiepar, sindicato da categoria, relatou dificuldades enfrentadas pelos servidores, e um grupo de 27 supervisores formalizou queixas sobre a perda de direitos trabalhistas.
Para o professor, “a cultura de segurança nuclear depende diretamente da motivação e do comprometimento da força de trabalho”. Ele alerta que, se a situação continuar a ser ignorada, o cenário pode se agravar, trazendo riscos não só operacionais, mas também à segurança da população.
Fonte: R7 - Natália Martins
O SENAI CIMATEC sediou, nos dias 13 e 14 de fevereiro, o 10º Encontro Interdisciplinar Interinstitucional em Ciências e Engenharia, focado no Centro de Pesquisa Aplicada em Inteligência Artificial. O evento reuniu empresas parceiras e representantes do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) para apresentar iniciativas e explorar novas oportunidades de colaboração na área de IA.
O professor Giovanni Laranjo de Stefani participou como palestrante, destacando o papel da inteligência artificial na otimização de processos industriais e na inovação tecnológica. Durante sua apresentação, ele enfatizou a importância da integração entre academia e indústria para acelerar o desenvolvimento de soluções avançadas em IA.
A diretora de Tecnologias Digitais do IPT, Maria Cristina Machado, reforçou a relevância do encontro: “É fundamental promover uma conexão entre os centros de pesquisa aplicada da indústria, alinhando conhecimentos e sinergias para avançar na área de inteligência artificial”.
O evento também abordou o Centro de Excelência em Pesquisa Aplicada em Inteligência Artificial para a Indústria, financiado pela FAPESP e pelo MCTI, em cooperação com o CGI. As discussões destacaram o potencial de colaboração entre o CIMATEC e o IPT no desenvolvimento de soluções inovadoras em IA, fortalecendo a integração entre pesquisa e aplicação prática no setor industrial.



Fonte: Linkedin SENAI CIMATEC
Mayara Francisca, mestranda do Programa de Engenharia Nuclear da COPPE/UFRJ, está entre as poucas mulheres no mundo a ser contemplada com a prestigiada bolsa Marie Curie Fellowship Program, concedida pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
O programa tem como objetivo incentivar a presença feminina no setor nuclear, e Mayara, com seu talento e empenho, se torna uma referência inspiradora nessa área. Como parte da bolsa, ela teve a oportunidade de viajar para São Petersburgo, na Rússia, onde participou de um treinamento especializado em análise de segurança e projeto de reatores modulares pequenos.
Além disso, Mayara destacou seu entusiasmo pela valiosa troca de experiências com estudantes de diversos países, o que não só enriquece seu aprendizado, mas também contribui para a expansão da pesquisa no setor nuclear, estimulando a colaboração global.
Clique AQUI para assistir a entrevista da Mayara!
Fonte: COPPE UFRJ
A Sociedade Brasileira de Proteção Radiológica (SBPR) vem a público esclarecer informações apresentadas na recente reportagem do programa Fantástico, da Rede Globo, sobre a mineração de urânio em Caetité (BA). Como entidade comprometida com a segurança radiológica, reforçamos a importância de que esse debate seja pautado em dados técnicos precisos e baseados na ciência.
• Falta de Equilíbrio na Reportagem
Causa estranhamento que a matéria não tenha ouvido a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), principal autoridade reguladora no Brasil para segurança nuclear e radiológica. A ausência desse contraponto compromete a imparcialidade da reportagem e impede que o público tenha uma visão equilibrada sobre o tema.
• Segurança e Controle Regulatório
A mineração de urânio no Brasil segue protocolos rigorosos, atendendo a normas nacionais e internacionais. A Indústrias Nucleares do Brasil (INB) realiza monitoramentos constantes para garantir que não haja riscos à população ou ao meio ambiente.
• Diálogo Aberto e Informação Técnica
A SBPR reafirma seu compromisso com a transparência e a ciência. Acreditamos que um debate técnico, incluindo a CNEN, ajudaria a esclarecer equívocos e evitar temores infundados. Destacamos, por exemplo, que não há estudos científicos que comprovem a relação entre o câncer e a radioatividade natural em Caetité.
A SBPR segue à disposição para contribuir com informações qualificadas e incentivamos a imprensa a buscar especialistas antes de divulgar conteúdos que possam gerar desinformação. E a Engenharia Nuclear da UFRJ apoia e reforca o compromisso com a verdade.
Clique AQUI para ler a Nota Oficial de Esclarecimento da SBPR!