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No dia 30 de maio de 2025, acontece o Webinar 2025: Inspiring and Energizing the Next Generations of Medical Physicists – Why medicine (still) needs physics: A tour de force on the frontiers of medical physics (Inspirando e Energizando as Próximas Gerações de Físicos Médicos – Por que a medicina (ainda) precisa da física: Uma tour de force nas fronteiras da física médica), evento que promete reunir especialistas de renome para discutir os caminhos presentes e futuros da Física Médica.
Organizado por Simone Kodlulovich, do Comitê de Relações Profissionais da International Organization for Medical Physics (IOMP), o webinar será moderado por Kodlulovich e por Stephanie Parker, e terá como palestrante principal o professor Ehsan Samei, Professor Distinto Reed e Martha Rice da Universidade Duke.
A proposta do encontro é oferecer uma visão abrangente e inspiradora sobre a importância contínua da física na medicina, destacando seu papel crucial nas áreas de radiologia, radioterapia e medicina nuclear. A física, além de fornecer a base científica e tecnológica para essas disciplinas, também influencia, com sua abordagem analítica, a forma como elas evoluem e se reinventam.
Data: 30/05/2025
Horário: 09:00
Local: Remoto
Clique AQUI para se inscrever!
Entre os objetivos de aprendizagem, estão:
• Compreender a expertise essencial que a física traz para a medicina;
• Entender onde estão as fronteiras da ciência e da prática da física médica;
• Compreender como os componentes estratificados da física médica funcionam como um todo integrado, a serviço do cuidado ao paciente.
O webinar também se propõe a mapear as fronteiras da Física Médica, tanto no campo da ciência e da prática clínica quanto nas áreas educacionais e nas aspirações profissionais dos físicos médicos, contribuindo para formar e inspirar as novas gerações de especialistas na área.
Essa é uma oportunidade imperdível para estudantes, pesquisadores e profissionais interessados em compreender como a física continuará sendo um pilar fundamental para os avanços na medicina contemporânea e futura.
Saiba mais no site Oficial do Evento AQUI
Desde a década de 1950, bacharéis em física têm desempenhado um papel fundamental na formação e no desenvolvimento dessa área estratégica para o país. O marco inicial ocorreu em 1958, quando o Instituto Militar de Engenharia (IME) criou o primeiro curso de pós-graduação em Engenharia Nuclear no Brasil. O objetivo era capacitar profissionais para atender às emergentes demandas do setor nuclear nacional.
Na década de 1970, a COPPE/UFRJ estabeleceu seu renomado Programa de Engenharia Nuclear, responsável por formar líderes e especialistas de destaque na área, consolidando o Brasil como uma referência na ciência nuclear.
Destaque também para Elisa Frota Pessoa, uma das primeiras mulheres a se formar em física no Brasil. Pioneira na pesquisa em emulsões nucleares, ela contribuiu significativamente para o avanço da física nuclear no país, quebrando barreiras de gênero e incentivando novas gerações de cientistas.
A física nuclear é essencial para compreender a estrutura dos núcleos atômicos e as reações nucleares. Suas aplicações vão desde a geração de energia até a medicina nuclear, demonstrando sua relevância para o desenvolvimento tecnológico e a saúde pública.
Em homenagem a esse legado, o Senado Federal realizou uma sessão solene presidida pelo senador Marcos Pontes, reunindo autoridades, pesquisadores e personalidades históricas da ciência brasileira. O evento foi dedicado a debater os desafios atuais e as futuras propostas para fortalecer a ciência no Brasil, reforçando a importância de investimentos contínuos em ciência, tecnologia e inovação.
Durante a solenidade, especialistas destacaram a necessidade de colaborações internacionais, a ampliação de bolsas de estudo para estudantes do ensino médio e o retorno do prêmio Jovem Cientista. Também foi discutida a proteção de tecnologias estratégicas, como as ligadas às terras raras.
Além de homenagear figuras emblemáticas como Elisa Frota Pessoa e Elisa Baggio-Saitovitch, a cerimônia recordou nomes que marcaram a projeção internacional do Brasil, como Ronald Cintra Shellard e Rogério C. de Cerqueira Leite, reconhecendo suas contribuições para o avanço científico do país—inclusive a entrada do Brasil no CERN.
A sessão reforçou a urgência de fortalecer a ciência brasileira através de políticas públicas sólidas e de uma educação de qualidade. Como afirmou Rodrigo Capaz (SBF), mudanças no ensino médio e o fortalecimento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) são essenciais para garantir um futuro promissor à ciência nacional.
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Fonte: CBPF
A crescente cooperação entre pesquisadores brasileiros e americanos ganha novo destaque na COP30, com a apresentação de dois relatórios inéditos sobre mudanças climáticas e resiliência urbana. Os documentos são resultado do trabalho da Rede de Pesquisa em Mudanças Climáticas Urbanas (UCCRN), que reúne universidades brasileiras e a Universidade de Columbia — referência global na área e parceira da Prefeitura do Rio de Janeiro desde 2010. A iniciativa reforça o papel da ciência na busca por soluções para a crise climática.
A colaboração internacional entre Brasil e Estados Unidos em ciência e tecnologia tem raízes históricas, datando da década de 1950, com parcerias emblemáticas como a da antiga UREMG (hoje Universidade Federal de Viçosa) com a Purdue University. Hoje, essa tradição se renova com programas como o da Capes e a Comissão Fulbright, que impulsionam a mobilidade acadêmica de pesquisadores brasileiros para instituições norte-americanas.
Um dos exemplos mais recentes dessa conexão é a participação da Professora Inayá Lima, do Programa de Engenharia Nuclear da COPPE/UFRJ, em workshops sobre física nuclear aplicada na Virginia Tech, nos Estados Unidos. O convite partiu da também brasileira Juliana Pacheco, formada na UFRJ e atualmente docente em universidades americanas. A participação de Inayá simboliza não apenas a excelência da pesquisa brasileira, mas também o fortalecimento de redes internacionais voltadas para áreas estratégicas como a energia e a sustentabilidade.
Instituições como o Insper também têm ampliado sua atuação internacional com projetos em conjunto com universidades americanas, abordando temas como engenharia, computação e mudanças climáticas. Apesar dos avanços, pesquisadores seguem vigilantes quanto ao impacto de discursos negacionistas que ainda persistem em ambientes científicos, especialmente nos EUA.
Na COP30, a presença de cientistas como Inayá Lima evidencia o compromisso da comunidade acadêmica brasileira com a ciência global, reiterando a importância da cooperação internacional para enfrentar os desafios ambientais do século XXI.
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Fonte: Valor Econômico – Globo
A parceria entre Brasil e China na área de radiofármacos deu mais um passo importante rumo à inovação tecnológica e ao fortalecimento da saúde pública. A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, recebeu nesta semana a delegação da China Isotope & Radiation Corporation (CIRC) para discutir a ampliação da cooperação bilateral em produtos nucleares. Entre os principais temas, estiveram em pauta a modernização da produção de radiofármacos, o comércio de isótopos e as aplicações médicas e industriais da tecnologia nuclear.
Desde o ano passado, o projeto vem sendo desenvolvido em parceria entre a CIRC, o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) e a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), que tem papel central na articulação e desenvolvimento técnico da iniciativa. A CNEN atua como principal referência na regulação e promoção do uso seguro e eficiente da energia nuclear no Brasil, sendo essencial para viabilizar a implementação das novas linhas de produção de radiofármacos.
A iniciativa visa ampliar a capacidade produtiva do IPEN e modernizar a infraestrutura nacional voltada à medicina nuclear, com foco em ampliar o atendimento à população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A ministra Luciana Santos destacou que a parceria com a Administração Nacional de Energia Atômica da China (CAEA) e com a CIRC está alinhada às prioridades do MCTI de fomentar a inovação, fortalecer o complexo industrial da saúde e ampliar o acesso da população a tecnologias de ponta.
A expectativa é que uma proposta formal de investimento seja assinada até julho, durante a Cúpula dos BRICS no Rio de Janeiro, em ocasião da visita oficial do presidente chinês Xi Jinping ao Brasil. A assinatura do acordo representará um marco na cooperação tecnológica entre os países e deverá impulsionar significativamente o setor de medicina nuclear nacional, com a CNEN desempenhando papel estratégico em sua execução.
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Fonte: Gov.br MCTI
Na próxima sexta-feira, dia 30 de maio de 2025, às 16h, vai ao ar mais uma edição do Podcast Atômico, apresentado por Marcos Amaral, trazendo um debate de alto nível sobre o Programa Nuclear Brasileiro. O episódio será transmitido ao vivo pelos canais do projeto no YouTube, Facebook e Instagram.
Com o tema "Programa Nuclear Brasileiro – contexto atual, pontos fortes, deficiências, oportunidades e ameaças", o episódio propõe uma análise SWOT (sigla em inglês para forças, fraquezas, oportunidades e ameaças) do cenário nacional da energia nuclear, reunindo especialistas de renome no setor.
Data: 30/05/2025 (sexta-feira)
Horário: 16:00
Local: Transmissão ao vivo - Youtube, Facebook e Instagram
Entre os convidados confirmados estão:
• Horst Monken – Especialista da IAEA (Agência Internacional de Energia Atômica) e Coordenador para Assuntos de Radiação Ambiental;
• Celso Cunha – Presidente da Associação Brasileira de Desenvolvimento de Atividades Nucleares (ABDAN);
• Alessandro Facure – Diretor de Radioproteção e Segurança da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN);
• Leonam Guimarães – Consultor da Diretoria Executiva da AMAZUL.
O podcast promete discutir com profundidade os principais desafios e perspectivas do setor nuclear no Brasil, abordando desde a capacidade tecnológica e o papel da energia nuclear na matriz energética até aspectos regulatórios, ambientais e de segurança. A transmissão é aberta ao público e gratuita. Para assistir, basta acessar os canais do Podcast Atômico nas redes sociais no horário marcado. Uma oportunidade imperdível para quem se interessa por energia, ciência, tecnologia e desenvolvimento nacional.
Fonte: Podcast Atômico