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05 03 PEN Banco vermelho NoticiaA Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promoverá, no dia 9 de março, a cerimônia de instalação dos Bancos Vermelhos, iniciativa internacional voltada à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher. A ação integra o movimento Instituto Pelo Fim da Violência contra a Mulher – Banco Vermelho, que utiliza o espaço público como forma de provocar reflexão e mobilização social.

Com a mensagem “Mulher não é propriedade. Você não está sozinha.”, os bancos vermelhos simbolizam um chamado coletivo para o combate à violência de gênero e para a promoção de uma cultura de respeito, proteção e igualdade.

A proposta do projeto é simples e poderosa: sentar e refletir, levantar e agir. Ao ocupar espaços de convivência nos campi universitários, os bancos se tornam um convite permanente à conscientização e ao diálogo sobre um problema que afeta milhares de mulheres no Brasil e no mundo.

Programação da cerimônia de instalação

Centro de Ciências da Saúde (CCS)
- 11h30

Centro de Tecnologia / CCMN (CT/CCMN)
- 12h15

Faculdade de Letras
- 13h

Praia Vermelha (PV)
15h

A instalação dos bancos vermelhos reforça o compromisso da universidade com a promoção dos direitos humanos, a equidade de gênero e a construção de ambientes acadêmicos mais seguros e inclusivos.

A comunidade universitária está convidada a participar deste momento simbólico de mobilização, reflexão e engajamento coletivo no enfrentamento da violência contra as mulheres.

02 03 PEN Vaga Engenharia Nuclear NoticiaComeça na próxima segunda-feira, 2 de março, o processo seletivo para novos docentes da Coppe/UFRJ, reforçando o movimento de renovação acadêmica da instituição. Ao todo, 113 candidatos concorrem a oito vagas distribuídas entre diferentes programas de pós-graduação, em áreas estratégicas alinhadas aos desafios contemporâneos da ciência, da tecnologia e do desenvolvimento sustentável.

Entre as áreas contempladas está o Programa de Engenharia Nuclear (PEN), com vaga para Análise de Segurança, destacando a importância do fortalecimento da pesquisa e da formação de recursos humanos altamente qualificados no setor nuclear brasileiro. A presença do PEN no concurso reafirma o papel estratégico do programa na consolidação da segurança, inovação e governança tecnológica no país.

A abertura do calendário será marcada por um dos concursos mais concorridos: 24 candidatos disputam uma vaga em Saúde e Nanobiotecnologia, no Programa de Engenharia da Nanotecnologia. Já o maior número de inscritos concentra-se no Programa de Engenharia de Produção, onde 27 candidatos disputam a vaga em Empreendedorismo, Inovação e Tecnologias Sociais, tornando-a a mais concorrida desta edição.

Ao incorporar explicitamente o empreendedorismo como campo docente, a Coppe amplia horizontes e reafirma sua visão estratégica: formar cientistas e engenheiros capazes de transformar conhecimento em soluções concretas — produtos, processos, políticas públicas e tecnologias sociais — com impacto direto na sociedade.

Além do PEN, as vagas estão distribuídas nas seguintes áreas:

Engenharia da Nanotecnologia: Saúde e Nanobiotecnologia
Engenharia de Produção: Empreendedorismo, Inovação e Tecnologias Sociais
Engenharia de Sistemas e Computação: Ciência de Dados
Engenharia de Transportes: Transporte e suas Mudanças Tecnológicas
Engenharia Elétrica: Sistemas de Energia Elétrica
Engenharia Nuclear: Análise de Segurança
Engenharia Oceânica: Hidrodinâmica
Planejamento Energético: Mudanças Climáticas

Todos os concursos serão realizados ainda no mês de março, com posterior envio dos resultados à Reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Segundo o diretor-adjunto de Assuntos Acadêmicos, professor Thiago Ritto, “o novo concurso é fundamental para a renovação da Coppe, considerando a aposentadoria recente ou iminente de muitos docentes. Precisamos atrair novos professores que somem esforços e fortaleçam áreas nas quais temos excelência acadêmica reconhecida, além de abrir espaço para áreas que apontam para o futuro”.

A elevada concorrência evidencia a atratividade da instituição e a relevância das áreas escolhidas, sinalizando um processo de renovação que combina tradição de excelência com aposta consistente nas agendas científicas do futuro.

Fonte: COPPE UFRJ

25 02 PEN Seminário de Regulação NoticiaNo dia 27 de fevereiro de 2026, o Rio de Janeiro sediará o 1º Seminário de Regulação Nuclear Naval no Brasil, evento que marca as celebrações do 8º aniversário da SecNSNQ e se consolida como um marco na agenda estratégica do setor nuclear nacional. O encontro será realizado na Escola de Guerra Naval (EGN), na Urca, reunindo representantes de órgãos reguladores nacionais e internacionais, operadores nucleares e marítimos, além de autoridades e especialistas da comunidade marítima e nuclear.

Concebido como o evento central das comemorações institucionais, o seminário tem como objetivo promover o debate sobre a adaptação segura e harmonizada do arcabouço regulatório brasileiro, os desafios emergentes da área e as perspectivas para o emprego comercial de reatores nucleares modulares nos cenários marítimo e fluvial.

A programação terá início às 8h com credenciamento e welcome coffee, seguida da abertura oficial às 9h. Às 9h30 será realizada a palestra magna com o tema “Regulação Nuclear Naval Internacional”, ministrada por Karine Herviou, Diretora-Geral Adjunta da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica). Na sequência, dois painéis abordarão “A Visão do Regulador no Brasil” e “Perspectivas do Operador no Brasil”, promovendo um diálogo qualificado entre diferentes atores do setor. O encerramento está previsto para 13h10, seguido de brunch e networking estratégico.

Entre as instituições confirmadas estão a Marinha do Brasil, a ANSN, a NucleoBrasil, a Constellation e a Petrobras, reforçando o caráter institucional e multissetorial do encontro.

A iniciativa busca fortalecer a previsibilidade regulatória, a segurança jurídica e a integração internacional do Brasil no campo da energia nuclear naval, consolidando um modelo regulatório alinhado às melhores práticas globais.

A participação é exclusivamente por convite, com inscrições preferencialmente até 11 de fevereiro. O evento contará com estacionamento, Wi-Fi e estrutura adequada para receber autoridades e convidados.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. ou pelo telefone (21) 2104-7062.

27 02 PEN Nuclear Summit Noticia A contagem regressiva começou: faltam apenas 30 dias para o Nuclear Summit 2026, o maior encontro do setor nuclear do país. O evento será realizado nos dias 23 e 24 de março, na Casa Firjan, no Rio de Janeiro, reunindo especialistas, lideranças institucionais, representantes governamentais, empresas e pesquisadores que estão moldando o futuro da energia nuclear no Brasil.
Consolidado como um dos principais fóruns estratégicos do setor, o Nuclear Summit promoverá dois dias de debates técnicos, painéis temáticos e discussões sobre inovação, regulação, segurança, descarbonização e expansão da matriz energética nacional.

As inscrições estão oficialmente encerradas, refletindo o alto interesse do público e a relevância da agenda proposta. A expectativa é de um encontro marcado por conexões qualificadas, intercâmbio de experiências e apresentação de soluções que impulsionem o desenvolvimento sustentável da energia nuclear no país.

O evento reforça o papel estratégico do setor nuclear na transição energética, na segurança do suprimento e no avanço tecnológico brasileiro, consolidando-se como um espaço fundamental para diálogo e construção de políticas públicas e iniciativas empresariais.

Nos próximos dias, serão divulgadas mais informações sobre a programação, palestrantes e destaques do evento.

Prepare-se para acompanhar tudo o que vai movimentar o setor.

Fonte: IAEA.ORG

25 02 PEN Arquitetura institucional NoticiaA Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) publicou a Resolução nº 10/2026, que institui seu Referencial Estratégico. Mais do que uma diretriz administrativa, o documento representa o elemento estruturante do sistema regulatório nuclear brasileiro, ao alinhar missão legal, práticas técnicas e governança decisória sob um mesmo marco institucional.

O referencial estabelece três eixos operacionais que passam a orientar a atuação da autoridade reguladora.

Finalidade regulatória
Proteção das pessoas, do meio ambiente e das futuras gerações por meio da regulação independente da segurança nuclear, da proteção radiológica e da segurança física. Na prática, isso significa decisões fundamentadas em análise de risco, aplicação do princípio da defesa em profundidade, fortalecimento da cultura de segurança e adoção da abordagem graduada, proporcional ao risco envolvido.

Resultado esperado
Alcançar credibilidade nacional e internacional no horizonte de até 10 anos. Esse objetivo está diretamente associado à aderência sistemática aos princípios internacionais de regulação independente, consistência decisória, previsibilidade normativa e transparência técnica perante a sociedade, operadores e organismos multilaterais.

Fundamentos decisórios
Segurança como prioridade absoluta;
Independência técnica livre de conflitos de interesse;
Transparência regulatória e prestação de contas;
Ética administrativa;
Equidade e imparcialidade nas decisões.

O Referencial Estratégico passa a orientar o planejamento institucional, os processos internos, a fiscalização, o licenciamento e a tomada de decisão regulatória. Em termos práticos, conecta governança, avaliação técnica e enforcement sob um padrão metodológico único, conferindo maior coerência e estabilidade ao sistema.

A medida consolida o modelo de autoridade reguladora moderna previsto na Lei nº 14.222/2021, que estabeleceu a separação entre as funções de promoção e de fiscalização do setor nuclear no Brasil, fortalecendo a independência regulatória.

Regulação nuclear não depende apenas de normas, depende de coerência institucional, previsibilidade e confiança pública. A Resolução nº 10/2026 representa um passo relevante para o amadurecimento da arquitetura regulatória brasileira e para sua integração ao ambiente internacional de segurança nuclear.

Fonte: Alessandro Facure (Diretor-Presidente da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear)

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